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De dentro do ventre escuro, o herói clama por sua mãe. Não a vê, mas, sente-se nutrido. Não sente o toque mas percebe-se envolto em seu líquido aminiótioco.

O herói está agora diante do contraste entre a mãe real e a mãe idealizada. Encontra a mãe paradoxo, que é amor, mas também lhe causa dor e sofrimento.

Ela é catalizadora de processos internos de transformação pelo poder criativo que a tudo rege.

O herói precisa dissolver imagens e comportamentos infantis, abandonar o ambiente familiar, para que possa seguir sua própria jornada.

Vê a criança que um dia foi e que ainda o habita secretamente. Despede-se da infância. É para ele um sacrifício, uma iniciação.

O caminho até o renascimento está apenas começando.