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O projeto Tear do Self

O projeto Tear do Self nasceu da ideia de se criar um espaço de terapias na linha da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, um espaço onde a imaginação, a arte, os símbolos, os sonhos e as diversas outras formas de expressão humana pudessem se encontrar com a busca por autoconhecimento e serem utilizadas de maneira a enriquecer a vida e ampliar o seu significado. Foi deste princípio que nasceu o nosso espaço que também é um local de estudos e aprofundamento.

Com o passar do tempo percebemos que éramos mais do que isso, entendemos o quão enriquecedora poderia ser a colaboração de outras terapias e movimentos, complementares aos nossos atendimentos. Percebemos que somos também um facilitador de sonhos e propósito, e estamos falando aqui de projetos pessoais, realizações de nossa essência pessoal. Atualmente muitas pessoas adoecem por não encontrarem sentido em suas vidas, que estão cada vez mais corridas e exigentes.

Acreditamos que fazer o que se ama e atuar alinhado com seu ser e propósito, traz benefícios não apenas para o indivíduo mas para toda a sociedade. Da mesma forma que somos três mulheres que decidiram perseguir o seu sonho, pretendemos auxiliar nossos clientes neste caminho também, pois acreditamos que isso é importante para manutenção do bem-estar e da saúde de uma forma geral beneficiando pessoas direta e indiretamente com nossos serviços. Para que pudéssemos realizar este sonho foi necessário entender que ele deveria ser compartilhado entre nós e com todos, portanto, nos inspiramos na economia compartilhada, solidária e inovadora através das parcerias e deste conceito de que para se tecer um sonho são precisas várias linhas.

Realizar sonhos é portanto, nossa essência, que buscamos atingir por meio do empoderamento, alinhando todas as terapias que oferecemos como um suporte emocional para a vida. É então nesse sentido que no Tear do Self tecemos sonhos, co-tecemos em parceria, fazendo disso um acon-TECER constante. O tecer é como costurar os retalhos, os fragmentos perdidos de nossa personalidade, procurando unir aquilo que está compartimentalizado, sem sentido e sem vida, numa nova configuração, num novo tecido de cores e estampas vivas e abundantes!